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25.6.26

Introdução

Camping Natural

Olá, pessoal, e todos os adeptos do campismo, sejam bem-vindos!

Você deve saber os benefícios da vida ao ar livre, e dados comprovados mostram as vantagens do sol e exercícios, os bens que faz ao organismo o contato com a natureza, uma estada na praia, um camping onde inspira alegria e bom humor, dá energia ao corpo " especialmente à pessoas que trabalham muito", conservam elegância da mocidade, ficam uns verdadeiros Apolos.

O sedentarismo faz engordar, torna os músculos flácidos e moles, a pele enrugada, o homem e a mulher envelhecem precocemente, um homem de trinta anos parece ter quarenta e cinco ou mais.
Neste espaço procuramos respostas convincentes a uma questão fundamental do camping em seu estado natural:

"Alguns veem e pensam com certa estranheza sobre o camping natural, como sendo coisa de gente rebelde, sem rumo e sem muito relacionamento humano".

Introdução ao camping natural
Em especial a usuários de campings organizados, que quando perguntados o que é um camping natural (selvagem) hesitam em responder, e muitos dizem que nunca pensaram no assunto.
Buscamos identificar o comportamento dos campistas, desde o momento em que entram em busca de lazer e entretenimento até quando saem dela.

Digo aqui do que se trata: viajei e pesquisei bastante para chegar a conclusão; alguns campings organizados ou não, passam por várias fases de transformações, se tratando de infraestrutura, principalmente nos moldes da modernização, sofisticação e ambientalismo.
Tornando alusivo o termo camping em toda a sua extensão e particularidade.
Camping Natural - Jovens na praia
Mas todos nós somos campistas, somos seres humanos, gostamos de aprender coisas novas, de aventuras.
Não precisa necessariamente ser; um camping organizado, natural, semisselvagem que vai distinguir um campista de outro, pois tudo é camping.

Mas afinal, o que é camping natural?  veja este post.. As regras do camping natural
Quer saber onde tudo começou? visite o blog neste link.. Camping Selvagem
"O melhor do passeio são justamente os "imprevistos", as peripécias e o prazer de improvisar soluções para os problemas que aparecem".

O camping natural não é apenas uma forma mais econômica de lazer; ele é um meio de fugir a rotina do convencional, de se entrar em contato com as coisas mais simples.
Construir sua própria casa, protegê-la da chuva e do vento com nossas próprias mãos, cozinhar nossa própria comida, cuidar, enfim dos elementos básicos de nossa sobrevivência; são prazeres estimulantes e incrivelmente novos para quem está habituado ao conforto sedentário de nossa civilização.
Camping Natural - Jovens alegres
Todos esses argumentos tem levado a acampar pessoas que jamais pensariam nisso antes.
Como a família de muitos amigos meus, que há anos trocaram os colchões macios dos hotéis e a sofisticada comida dos restaurantes pelos duros sacos e colchonetes de dormir, pelas frutas frescas e ovos cozidos, pelo nascer do sol numa linda praia e pelas noites geladas em uma montanha.

Eles, com mulheres e filhos conseguiram até uma coisa que jamais acontecia em suas casas - Divisão de trabalho; cada um tendo suas tarefas, cada um ajudando numa coisa determinada. 
No camping o trabalho conjunto aproxima pais e filhos, estimula as responsabilidades de cada um e o prazer de estarem todos juntos.
Camping Natural - Jovens unidos
Se você é daqueles que nunca acampou, pense que essa pode ser uma excelente experiência de lazer, vida comunitária, junto com seus amigos e sua família, volta com a natureza e outras coisas novas que você aos poucos irá descobrindo.
"Os campistas mais experientes dizem sempre que estão aprendendo coisas novas todas as vezes que fazem um novo camping".
Nesta aventura você vai ver que acampar não é um bicho de sete-cabeças, não é perigoso e desconfortável. 
É muito desagradável ter um acampamento estragado por uma noite mal dormida graças as intempéries: insetos, ao frio e buracos no chão da barraca, etc.

Aqui tudo foi elaborado cuidadosamente, com o intuito de atingir ao principiante, aos que acampam de vez em quando, e até os veteranos, englobando todos os aspectos de uma forma ou de outra em torno do campista.
Camping Natural - garotinha na barraca
Leia com bastante atenção, ele pode até salvar a sua vida! procure entender tudo o que achar importante e julgar necessário. A finalidade é ajudar você, a abrir novos horizontes, a cuidar de si, de sua família e amigos. 
Despertando assim o espírito de solidariedade e companheirismo que certamente todos acharão você notável e o acompanharão até aos lugares mais longínquos e difíceis.
Seja numa praia deserta, uma cachoeira de águas geladas, numa floresta de pinheiros ou num recanto perdido de uma mata, mas sempre com a forte presença da natureza.
Camping Natural - carro e barracas
Tendo esta agradável lembrança em mente de vários acampamentos e imaginando que alguns dos amigos ainda não praticaram esse tipo de lazer e desejariam fazê-lo, vou tentar, dentro do possível, passar muitas informações e técnicas básicas colhidas ao longo dessas deliciosas aventuras.
"Você estar preparado é tão importante quanto o desejo de sobreviver.
Não se esqueça que por pior que seja o panorama, se você permanecer focado e otimista, pode vencer qualquer obstáculo". 
E também desejo aprender muitas coisas; até com você amigo, que espero a ajuda bem acolhida de toda e qualquer informação, para facilitar a todos um bom lazer e entretenimento.
Bem, só resta agora dizer-lhe uma boa aventura, e um feliz acampamento.

Valter da Silva Luna
Camping Natural - quiosque da Dona Cristina
"O camping natural: Além de ser comprovadamente mais seguro, com certeza é mais cômodo, prazeroso e econômico. Muito saudável e viciante; ele é muito mais você, é muito mais família. Sendo uma forma inesquecível e gratificante de se encontrar diretamente com a natureza. Venha, faça turismo, conheça lugares e participe dessa viagem ecologicamente correta".

Este artigo também está disponível em inglês:  Introduction

 

Os Códigos Secretos da Mente

O que a psicologia não te conta sobre os 7 pecados

Os 7 Pecados Capitais

"Olhe bem para a imagem acima. Ela parece saída de um livro antigo, mas é a representação artística de um dos pecados mais debatidos da história..."
"Se você acha que os Sete Pecados Capitais são apenas uma lista religiosa antiga, prepare-se para olhar no espelho. 
Na verdade, tudo começou no século IV com um monge isolado no deserto do Egito chamado Evágrio Pôntico. Ele mapeou não 7, mas 8 'doenças da mente'..."

O "Pai" dos Pecados Capitais: Evágrio Pôntico

Quem foi: Ele foi um monge cristão asceta do século IV (ou seja, vivia isolado no deserto do Egito, jejuando e meditando).
A ideia original: Observando a mente humana (e as suas próprias fraquezas no deserto), ele listou os 8 "maus pensamentos" ou "paixões humanas" que afastavam o homem da razão e da espiritualidade.
A lista dele tinha: Gula, Luxúria, Avareza, Orgulho, Ira, Vaidade, Preguiça... e a Tristeza (também chamada de Acédia, que era uma mistura de depressão profunda com tédio existencial).
Evágrio Pôntico

Como viraram 7 então?

Mais de dois séculos depois (por volta do ano 600), o Papa Gregório I pegou a lista de Evágrio Pôntico, fez uma "limpeza", juntou a Tristeza com a Preguiça, unificou a Vaidade com o Orgulho, e adicionou a Inveja. Pronto: nasciam os 7 oficiais que conhecemos hoje.

Atualmente os sete pecados capitais, na teologia católica romana, são os sete vícios que estimulam outros pecados e outros comportamentos imorais. 
Enumerados pela primeira vez no século VI por São Gregório Magno (que reinou como papa de 590 a 604) e elaborados no século XIII por São Tomás de Aquino.

Os sete pecados capitais podem ser vistos como inclinações para o pecado e para o afastamento de Deus. 
A luxúria, por exemplo, pode resultar em adultério, que é um pecado mortal (também chamado de pecado capital ), ou poderia levar a pensamentos imorais menos intencionais que seriam classificados como Pecados veniais. 

Os pecados capitais eram um tema popular nas peças de moralidade, na literatura e na arte da Idade Média na Europa, como "A Divina Comédia de Dante Alighieri" e "Os Contos de Canterbury"de Geoffrey Chaucer, ambos escritos no século XIV. 
O tema também foi explorado na mídia moderna, incluindo música e cinema contemporâneos, como o drama policial Se7en (1995) de David Fincher.

Quais são os sete pecados capitais?

De acordo com a teologia católica romana , os sete pecados capitais são os sete vícios que instigam outros pecados e comportamentos imorais. 
Eles são geralmente ordenados da seguinte forma:
  1. Orgulho
  2. Ambição
  3. Luxúria
  4. Inveja
  5. Glutonaria
  6. Fúria
  7. Preguiça

Os sete pecados capitais e as sete virtudes celestiais correspondentes

Segue abaixo uma breve definição de cada pecado capital, juntamente com sua virtude celestial correspondente, que pode ser usada para superar o pecado:

1 - Orgulho

O orgulho, na teologia católica romana, é um dos sete pecados capitais, considerado por alguns o mais grave de todos. 
No sentido teológico, o orgulho é definido como um amor excessivo pela própria excelência. 
Ao contrário do orgulho saudável da autoafirmação, o orgulho pecaminoso leva a pessoa a pensar mais de si mesma do que deveria, sem reconhecer ou valorizar os dons recebidos de Deus. 
O orgulho faz com que a pessoa negue a Deus e se aproprie de todo o mérito por suas realizações.
Como pecado capital, acredita-se que o orgulho gera outros pecados e comportamentos imorais, sendo combatido pela virtude celestial da humildade.
Orgulho/ Soberba

2 - Ambição/ Ganância

Na teologia católica romana , a ganância é um dos sete pecados capitais. 
Ela é definida como o amor ou desejo imoderado por riquezas e bens materiais. 
Uma pessoa também pode ser gananciosa por fama, atenção, poder ou qualquer outra coisa que alimente seu egoísmo. 
Como pecado capital, acredita-se que a ganância estimula outros pecados e comportamentos imorais. De acordo com a teologia católica, ela pode ser combatida com a virtude celestial da caridade ou generosidade.
Ambição/ Ganância

3 - Luxúria

A luxúria , na teologia católica romana , é um dos sete pecados capitais. 
De acordo com o Catecismo da Igreja Católica , publicado pelo Vaticano em 1992, a luxúria é o “desejo desordenado ou o gozo desmedido do prazer sexual”. 
O texto afirma ainda que “o prazer sexual é moralmente desordenado quando buscado por si mesmo, isolado de seus propósitos procriativos e unitivos”. 
Uma pessoa pode ter luxúria por poder ou por bens materiais, mas, em seus usos morais e espirituais, o termo luxúria geralmente se refere a atividades sexuais. 
Como pecado capital , acredita-se que a luxúria estimula outros pecados e comportamentos imorais adicionais. 
Por exemplo, a luxúria pode levar ao adultério , que em si é um pecado mortal (ou seja, uma ação grave cometida com pleno conhecimento de sua gravidade e com o pleno consentimento da vontade do pecador). 
De acordo com a teologia católica, a luxúria pode ser superada pela prática da virtude celestial da abstinência sexual, castidade.
Luxúria

4 - Inveja

Na teologia católica romana, a inveja é um dos sete pecados capitais. 
A definição teológica de inveja é o ressentimento ou a tristeza pela boa sorte ou excelência alheia, acompanhada de um desejo frequentemente insaciável de possuí-la para si. 
A inveja é mais do que um simples ciúme, pois inclui a crença de que a excelência ou as bênçãos de outra pessoa diminuem as suas próprias, levando ao desejo de destruir a boa sorte alheia. 
Como pecado capital, acredita-se que a inveja gera outros pecados e comportamentos imorais; ela pode ser combatida com a virtude celestial da bondade, gratidão.
Inveja

5 - Gula/ Glutonaria

Na teologia católica romana, a gula é um dos sete pecados capitais. 
Ela é definida como o excesso no comer e no beber. 
Embora comer e beber por prazer não seja considerado pecado , comer ou beber em excesso, além da razão, é pecado. 
A embriaguez, causada pelo consumo excessivo de bebidas alcoólicas, é considerada um tipo de gula. Como pecado capital, acredita-se que a gula incite outros pecados e comportamentos imorais.
A gula pode ser combatida com a virtude celestial de temperança.
Gula/ Glutonaria

6 - Fúria/ Ira

Na teologia católica romana, a ira é um dos sete pecados capitais. 
Ela é definida como um forte sentimento de ódio ou ressentimento, acompanhado de um desejo de vingança. 
Esse sentimento avassalador e o desejo de vingança distinguem a ira da raiva equilibrada pela razão, que não é pecado. 
O ensinamento cristão também diferencia a ira de Deus da ira humana, considerando a ira de Deus como uma manifestação da justiça e retidão divinas. 
Como pecado capital, acredita-se que a ira gera outros pecados e incentiva comportamentos imorais. 
Cada pecado capital possui uma virtude celestial que o contrapõe; a virtude celestial que contrapõe a ira é a paciência.
Fúria/ Ira

7 - Preguiça

Na teologia católica romana, a preguiça é um dos sete pecados capitais. 
De acordo com o Catecismo da Igreja Católica, publicado pelo Vaticano em 1992, a preguiça é a “falta culpável de esforço físico ou espiritual”. 
Os termos preguiça e acídia são frequentemente usados ​​como sinônimos, mas alguns teólogos distinguem a acídia como uma forma de preguiça espiritual que resulta da negligência nas práticas espirituais ou ascéticas, levando ao desânimo e à tentação. 

Portanto, a “ocupação excessiva” pode ser considerada uma forma de preguiça, pois pode envolver a preocupação com coisas mundanas para evitar a reflexão espiritual ou interior. 
Diferentemente da mera indolência, o pecado da preguiça implica uma recusa deliberada da alegria que provém do amor de Deus e chega a repelir a bondade divina. 
Considerada um pecado capital, acredita-se que a preguiça estimula outros pecados e comportamentos imorais. 
De acordo com a teologia católica romana, a preguiça, em particular, pode afastar a pessoa da oração, e pode ser combatida com alegria, bem como com as virtudes celestiais da diligência e da caridade.
Preguiça

Quem foi a primeira pessoa a descrever os sete pecados capitais?

No século IV d.C., o asceta cristão Evágrio Pôntico descreveu oito pecados que, segundo ele, poderiam minar a fé e a resolução de um monge. 
São Gregório Magno (que reinou como papa de 590 a 604) enumerou os sete pecados capitais em seu texto de referência do século VI, Moralia in Job. 
Eles foram posteriormente elaborados no século XIII por São Tomás de Aquino.São Tomás de Aquino

Que obras famosas incorporam os sete pecados capitais?


A "Suma Teológica de São Tomás de Aquino" (escrita no século XIII) e "A Divina Comédia de Dante Alighieri" (escrita no século XIV) estão entre as obras mais famosas do pensamento italiano medieval sobre os sete pecados capitais. Na Inglaterra medieval, Geoffrey Chaucer encerrou "Os Contos de Canterbury" (escritos no século XIV) com uma discussão sobre os pecados. 
Desde a Idade Média, o conceito inspirou muitas outras obras de literatura, arte, música e cinema.
Dante Alighieri
Dante Alighieri

Conclusão

Os 7 pecados capitais não são apenas conceitos antigos ou histórias do passado. 
Eles continuam vivos, disfarçados em hábitos cotidianos, nas redes sociais, nas relações pessoais e até nas decisões que tomamos sem pensar. 
A psicologia revela que muitos desses comportamentos têm raízes profundas em emoções, inseguranças e necessidades humanas. 
Por isso, compreender esses mecanismos pode ser mais importante do que simplesmente julgá-los.
No fim das contas, os maiores mistérios da humanidade talvez não estejam escondidos em lugares secretos, mas dentro da própria mente humana.